Dia das Mães

O “Dia das Mães” surgiu na História quando um grupo de amigas se reuniu para dar ânimo a uma jovem (Anna Jarvis), que havia perdido sua mãe e entrara em situação de depressão profunda. Suas amigas queriam que ela vivesse a vida com alegria, sabendo que a morte atinge a todos nós.
Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson oficializou o dia 9 de maio como sendo “Dia das Mães”, nos Estados Unidos. No Brasil, em 1932, o então Presidente Getúlio Vargas, declarou o segundo domingo de maio como “Dia das Mães” e, em 1947, o Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara determinou que o dia fizesse parte do calendário da Igreja Católica (WWW.wikipedia.org. Acesso: 25 de abril, às 11h14min).
As mães, mesmo depois de mortas, são geradoras de vida! Elas estão em nossa vida. Sempre e para sempre. Todos os dias, na verdade, são dias de valorizar a vida doada por mamãe.
Recentemente, por ocasião da realização da Campanha da Fraternidade, todos nós fomos estimulados a refletir e a pensar seriamente sobre a possibilidade de manter condições em nosso planeta para que a vida seja possível. O Dia das Mães nos incentiva a valorizar a vida. Em todos os sentidos. Todos os sistemas de vida devem mantidos para que a Vida plena possa ser viável. Um sistema alimenta outro. Por isso, a necessidade de manter todos os sistemas e vida.
Que as mães, com seu exemplo de vida, possam fazer com que cada um de nós trabalhe em favor da vida. Nós temos vocação, missão e tarefa de sermos construtores e conservadores de vida. Somos vocacionados a ser profetas, anunciadores e defensores da vida.
Que o “Dia das Mães” deste ano seja para nós momento de agradecer a nossas mães o fato de terem aprendido a lição das mulheres africanas: somente experimentam felicidade se puderem gerar vida e vida em abundância.
Estejam nossas mães vivas ou falecidas, o sentimento de gratidão alegre pela vida deve invadir-nos e permanecer conosco sempre.
Nestor Adolfo Eckert – naeckert@terra.com.br